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Archive for March 2012

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Campanha Cidades Amigas da Amazônia

Os municípios brasileiros devem assumir um compromisso com a preservação da Floresta Amazônica: estabelecer critérios de controle nos processos de licitação para aquisição de madeira. Assim, as cidades estarão tranformando seu poder de compra em política ambiental e dando um exemplo de consumo responsável para toda sociedade.

Os quatro passos iniciais para mudar o perfil das compras municipais de madeira utilizada em obras públicas e mobiliário são proibir a utilização de mogno, uma espécie ameaçada; privilegiar fornecedores de madeira certificada pelo Conselho de Manejo Florestal (FSC); exigir a apresentação de provas que comprovem a origem sustentável da matéria-prima forestal; e reduzir o uso de madeiras descartáveis em construções civis.

Incentive a prefeitura da sua cidade a trabalhar para deter o comércio de madeira de origem ilegal e criminosa proveniente da região amazônica.

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Campanha PreservAÇÃO

A intensa ação de devastação, que nos últimos três anos está destruindo os recursos florestais e hídricos da região ecológica do babaçu, coloca em risco a atividade das quebradeiras de coco, além de dificultar a consolidação das Leis do Babaçu Livre que asseguram o uso comum do recurso natural, um direito dessas populações tradicionais.

Esses dados foram apontados em uma pesquisa realizada pelo MIQCB – Movimento Interestadual das quebradeiras de Coco Babaçu nos estados do Piauí, Maranhão, Pará e Tocantins, que serve de base para a Campanha “Preservação – As Quebradeiras de Coco na Luta contra a Devastação dos Babaçuais”.

Foram identificadas áreas de palmeirais que estão sofrendo queimadas e envenenamento de pindovas, além das indústrias responsáveis pela coleta e queima do coco inteiro e demais questões que estão assolando as quebradeiras na atualidade.

A região ecológica de babaçuais existente na área de atuação do MIQCB corresponde a 18 milhões de hectares. A intensidade desse processo de devestação tem sido responsável pela desestruturação econômica de aproximadamente 400 mil famílias extrativistas que vivem da coleta e quebra do coco para a extração da amêndoa.

O objetivo principal desta Campanha é tornar pública a atual situação enfrentada pelas quebradeiras de coco, lutar contra o processo de devastação dos babaçuais e influenciar políticas governamentais que garantam o direito ao livre acesso.

CAMPANHA - O Lançamento Nacional da Campanha aconteceu no dia 25 de outubro, às 16 horas, no Auditório da OAB, em Teresina – PI. Na ocasião houve também o lançamento do livro “Guerra Ecológica nos Babaçuais”, resultado do relatório da pesquisa. Mais de 200 quebradeiras de coco dos estados do Piauí, Maranhão, Tocantins e Pará estiveram presentes, representando as 300 mil quebradeiras que lutam para viver de forma sustentável nos estados atingidos pela devastação.

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Campanha SOS Rios Amazônicos

Muito positivo que o alerta esteja envolvendo políticos de todos os matizes na Amazônia Brasileira. A manutenção dos projetos de barragens em todos os rios - como de Belo Monte, no rio Xingu, que desde 1989 enfrenta a resistência dos movimentos sociais da região de Altamira e Transamazônica - pode causar impactos irreparáveis não apenas aos peixes (ictiofauna) como a toda a região, suas populações tradicionais e sua cultura. Além dos rios Tocantins, Araguaia e Xingu também a bacia do rio Madeira está fortemente avançada no planejamento de hidrelétricas. Se forem realizadas, a avaliação dos impactos terá que ser mais avançada que hoje - sendo vista por bacia e não apenas por projetos isolados.

Em edição do jornal Folha Popular o ex-governador do Tocantins, Siqueira Campos, disse de sua preocupação com a possibilidade da desfiguração da geografia do Estado e a degradação do solo da Região do Bico do Papagaio, devido a pretensão das autoridades federais de ser construída, ali, uma Usina Hidrelétrica. Está prevista a edificação de uma UHE no rio Tocantins, abaixo do Bico, entre as cidades paraenses de Marabá e São João do Araguaia, com capacidade para gerar 2.160 megawatts, o dobro da Usina de Lajeado.

Ele informou que já levou às autoridades estaduais e municipais, sua preocupação quanto a esta ameaça. "Todos nós, Governo do Estado, prefeitos, vereadores e as populações dos diversos municípios atingidos, devemos lutar", conclamou ele. E foi incisivo: "Precisamos evitar que grande parte do território do Estado fique submerso e o nosso mapa sofra uma grande mudança. Isso é inadmissível!". E advertiu que as coisas relacionadas com o projeto estão bem adiantadas e por isso "é bom que todos nós nos preparemos, logo, para as negociações necessárias à defesa do nosso Estado".

Veja mais em www.riosvivos.org.brwww.fcarajas.org.br e www.fboms.org.br

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