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abril 28, 2014 Posted by GTA in Notícias da Rede GTA, Notícias na mídia

RESGATE DO AVIÃO NO PARÁ CONTINUA

Fonte: G1

A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou que dois corpos das vítimas do acidente envolvendo um avião em Jacareacanga, no sudoeste do Pará, foram encontrados na cabine da aeronave na última semana. Ainda de acordo com o órgão, não há confirmação de outros corpos dentro do bimotor até o momento. O avião caiu após decolar de Itaituba com cinco passageiros a bordo, incluindo o piloto.

A FAB informou ainda que os corpos encontrados serão preparados adequadamente para serem transportados para o Instituto Médico Legal de Itaituba, onde será feita a identificação das vítimas. Até o momento, não há informações sobre a identidade das vítimas.

A operação de resgate do avião havia sido suspensa por conta de um temporal que atinge a região. Ainda não se sabe se, por conta do clima desfavorável, será possível retirar o avião que está enterrado em uma região pantanosa de difícil acesso no meio da mata. Além do resgate, uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) está no local para investigar as causas do acidente.

Entenda o caso

O bimotor desapareceu no dia 18 de março, após sair de Itaituba às 11h40 com 5 pessoas a bordo: o piloto Luiz Feltrin, as técnicas de enfermagem Rayline Sabrina Brito Campos, Luciney Aguiar de Sousa e Raimunda Lúcia da Silva Costa, e o motorista Ari Lima. Eles substituiriam as equipes que já prestavam atendimento às aldeias da etnia Munduruku, na região de Jacareacanga.

A aeronave fez o último contato com a torre cerca de uma hora e vinte minutos após a decolagem. A causa do acidente está sendo investigada pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa).

Segundo a FAB, a missão de resgate durou 35 dias e envolveu 50 militares. A FAB contabilizou mais de 230 horas de voo e a área coberta ultrapassou a 28 mil km² sobrevoados, equivalente a 5 vezes o território do Distrito Federal, utilizando um helicóptero H-60 Black Hawk, aeronaves P-95 Bandeirante Patrulha e SC-105 Amazonas, além da aeronave de patrulha P-3 AM.

O mau tempo na região, especialmente a formação de nevoeiros, a cheia no Rio Tapajós e a vegetação dificultaram os trabalhos.

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